PF prende quatro suspeitos de roubar dados do celular de Moro

  Quarta, 24 de julho de 2019
  Jornal Nacional    |      

    Foram presos três homens e uma mulher. A Polícia Federal não divulgou os nomes porque a investigação é mantida em sigilo. Presos vão prestar depoimento em Brasília.

    Uma operação da Polícia Federal prendeu quatro suspeitos de roubar dados do celular do ministro Sérgio Moro.

    As prisões temporárias e buscas ocorreram ao longo do dia. A Polícia Federal cumpriu os mandados em São Paulo, capital, Araraquara e Ribeirão Preto com a autorização do juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília.

    Três homens e uma mulher foram alvos dos mandados de prisão temporária, aquela que tem prazo inicial de cinco dias. A Polícia Federal não divulgou os nomes porque a investigação é mantida em sigilo.

    Como a sede do inquérito é em Brasília, os presos foram transferidos para lá e prestam depoimento na noite desta terça-feira (23).

    Os alvos de prisões e de buscas são suspeitos de hackear ou terem envolvimento na invasão dos celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro; do desembargador federal Abel Gomes; do juiz federal Flávio Lucas; e dos delegados Rafael Fernandes, da PF de São Paulo; e Flávio Vieitez Reis, da PF de campinas.

    Os celulares foram invadidos e houve acesso ilegal a conversas de aplicativos como o Telegram. Os investigadores trabalham com a hipótese de que houve uma ação orquestrada. O inquérito está aprofundando a apuração sobre a autoria e qual o método usado pelos hackers.

    O ministério da Justiça informou que a Polícia Federal também vai investigar a invasão ao celular do ministro da Economia, Paulo Guedes, outro caso, que foi revelado na segunda-feira (22).

    A assessoria do ministério disse que vários jornalistas receberam mensagens e ligações em nome do ministro por meio do aplicativo Telegram. A assessoria esclareceu que o ministro nunca teve conta nesse serviço e o número foi desativado.

    No fim da tarde, Paulo Guedes falou sobre a invasão ao celular.

    “Isso é banditismo, né? Isso é invasão de privacidade, isso é um retrocesso enorme, isso é um uso de coisas destrutivas, né? Nós estamos querendo reconstruir o país e tem, infelizmente, marginais, bandidos, que ficam fazendo esse tipo de coisa, mas vamos para a frente, eu confio na Justiça”.

    A polícia federal também vai investigar a invasão do celular da deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), que é líder do governo no Congresso. A deputada denunciou o caso no fim de semana.

     
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