Movimento Cursilho de Cristandade promove debate sobre a violência contra a mulher: “Nós queremos propagar amor e respeito”

  Quinta, 09 de agosto de 2018
  Diocese de Paulo Afonso    |      

    O movimento Cursilho de Cristandade promoveu na última terça-feira 07, no salão paroquia de Nossa Senhora de Fátima, uma apresentação sobre o enfrentamento da violência contra a mulher no município de Paulo Afonso, cujos números são alarmantes e, para a igreja, estão contidos na Campanha da Fraternidade 2018: “Fraternidade e Superação da Violência”, que perpassa pela violência doméstica e familiar, prevista na Lei Maria da Penha.

    Segundo a organização, a data para o evento levou em consideração o aniversário da Lei Maria da Penha (lei 11340), que foi sancionada em 07 de agora de 2006, portanto, há 12 anos.

    Encontro semanal do movimento Cursilho de Cristandade, no salão paroquial de Nossa Senhora de Fátima.

    A palestrante Valda Aroucha (ong Agendha) que trabalha para viabilizar políticas públicas  de inclusão dá mulher, em especial, da agricultora, e junto a outras mulheres e instituições lutou para a implantação da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) em Paulo Afonso, iniciou parabenizando o Cursilho e a Igreja católica, por promover a informação e não “agir com preconceito religioso”.

    “Não podemos negar que há igrejas que reforçam preconceitos e colocam a mulher em situação de inferioridade”, explicou.

    Valda Aroucha da Ong  Agendha

    “Quando se fala em violência contra a mulher, é comum pensar sempre nas mais jovens, porém, é importante dizer que há muita violência contra a mulher idosa, e contra o idoso, bem como não é uma característica urbana, é generalizada e está presente nos lares da área rural também, há muita violência e falta de informação no campo”, frisou Valda.

    Depois das apresentações da estatística referente à violência doméstica e familiar, da correlação do desajuste na vida social da mulher e da família, o Cursilho fez uma avaliação de como deve agir para evangelizar nos ambientes conforme o seu carisma.

    Cursilho faz avaliação do material apresentado: chega de violência.

    Padre Adriano, assessor espiritual, disse que é muito comum para os padres, receber essas vítimas: “nós estamos num dos países mais violentos do mundo, e nós precisamos mudar essa mentalidade que promove a cultura de morte, a igreja tem essa preocupação em passar para homens e mulheres amor, tolerância, respeito e união. Por isso vamos colocar essa prece para que Nossa Senhora nos ajude a receber e confortar essas mulheres que chegam nos pedindo ajuda.”

     

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